Lembro de tempos em tempos das boas passagens da minha vida.
Algumas que comento com amigos e familiares em conversas longas na mesa de um bar ou do jantar.
Outras que me fazem lembrar de tempos bons ou difíceis, seja no banho ou no caminho para o trabalho.
Dou gargalhadas quando recordo as palhaçadas e piadas sexuais na escola que faziam todo mundo dar risada, também dos finais de semana quando íamos bagunçar a vida da mãe no sítio.
Lembranças de tempos do colégio, baladas, festas nas casas dos amigos, bebedeiras na praça com direito a gente tirando a roupa e tudo.
Bons tempos de namoros curtos e histórias longas.
Bons tempos de sair da aula para o shopping ou para a casa do Victor, olhar para o teto ouvindo Beatles e discorrer pura filosofia.
Férias de viagens inesquecíveis, de praia com a turma, de miojo com hambúrguer e leite-condensado na lata de sobremesa.
Viagens muitas com amores diferentes e outras para encontrá-los.
Festas surpresas, pular o muro do meu tio para cair na piscina com a galera, cavalos de pau na frente de casa ou na estrada enlameada com o pai.
Tombo de moto que deixou cicatriz no joelho, o Jipe que quase capotei da ponte, voar livre pelo céu num planador, velejar.
Pessoas inesquecíveis que se foram antes da hora, mas que deixaram muito mais do que apenas lembranças.
Brincar com meus carrinhos na cama com meu avô, ver uma amiga partir tão cedo num acidente de carro, entender o que é uma doença do jeito mais difícil, compreender que nada realmente é eterno.
E que nada pode ser eterno, a vida tem movimento e vontade própria.
Brigar com o pai quando mudei para São Paulo e descobrir depois de anos que somos pai e filho de verdade.
Levar a mãe para ver seu ídolo ao vivo.
Ver os amigos partindo para outras cidades, outros países, mundos tão amplos que me motivam todos os dias a saber mais sobre eles.
Deixam tanta saudade, mas sei que voltam.
Trabalhar duro todos os dias e voltar para casa com os pés doendo e a cabeça satisfeita.
Lembro de todos os rostos, todos os passos e as conversas que foram importantes e realmente fizeram alguma diferença.
E se me lembro disso tudo é por que olho para trás e não consigo ficar triste, não me arrependo de nenhum minuto de todo esse tempo.
Respeito meu passado como um senhor sincero, mas nem sempre gentil.
E acredito sinceramente que o passado é um farol forte que ilumina o presente e clareia o caminho para o futuro.
quinta-feira, janeiro 29, 2009
terça-feira, janeiro 20, 2009
Brincando
Queria correr um pouco, disparar pela rua num tempo maluco.
Não respondia perguntas ou pedia informação, apenas caminhava para longe, organizando na cabeça tanta contramão.
Apelidei o tempo de selvagem.
Marginalizei todas as pessoas lá e cá.
Tudo rodopiou por um tempo, zuniu no ouvido, molhou com a chuva de pensamentos.
Nada era mais infame do que o salto dos minutos, que não me traziam solução.
Foi então que decidi que o tempo estava comigo, que agora não tinha inimigos.
Encontrei mão para tudo, todas as ruas davam pé.
Cá e lá tropeçava numa resposta.
Então tudo ficou mais claro, limpo.
Entendi que precisava de tempo para ordenar as coisas, precisava de uma força.
Me ajuda com o texto?
Não respondia perguntas ou pedia informação, apenas caminhava para longe, organizando na cabeça tanta contramão.
Apelidei o tempo de selvagem.
Marginalizei todas as pessoas lá e cá.
Tudo rodopiou por um tempo, zuniu no ouvido, molhou com a chuva de pensamentos.
Nada era mais infame do que o salto dos minutos, que não me traziam solução.
Foi então que decidi que o tempo estava comigo, que agora não tinha inimigos.
Encontrei mão para tudo, todas as ruas davam pé.
Cá e lá tropeçava numa resposta.
Então tudo ficou mais claro, limpo.
Entendi que precisava de tempo para ordenar as coisas, precisava de uma força.
Me ajuda com o texto?
sexta-feira, janeiro 09, 2009
Sexta-feira
Hoje é sexta-feira.
E o mais interessante é que é de fato sexta-feira, com cara de sexta-feira, sol de sexta-feira, cheiro de sexta-feira e, principalmente, humor de sexta-feira.
Aquele dia no qual se acorda mais cedo que o normal, pensando em acordar tarde no sábado, sair para almoçar antes com os colegas do trabalho somente com a preocupação de dar umas boas risadas, se permitir grudar na mesa daquela pessoa com quem gosta de conversar por horas, mesmo que o dia esteja mais corrido do que uma sexta-feira padrão.
E ai de quem disser às 16 horas que precisa de um trabalho urgente. É pior que pergunta no final da aula! Urgente é para segunda-feira, gente!
Sexta-feira os chefes dão mais risadas, os fornecedores estão de camiseta e o cinto segura uma bela e folgada calça jeans.
Esperto é o gato, que já nasce de bigode, e também quem trabalha duro até quinta para “poder mais” na sexta-feira!
E quer saber o que?
Vou embora mais cedo hoje, afinal é sexta-feira!
Dia de encontrar a namorada no fim da tarde, pegar um cinema, jantar com a família e fazer aquele cooper que faltou na semana.
Até segunda.
E o mais interessante é que é de fato sexta-feira, com cara de sexta-feira, sol de sexta-feira, cheiro de sexta-feira e, principalmente, humor de sexta-feira.
Aquele dia no qual se acorda mais cedo que o normal, pensando em acordar tarde no sábado, sair para almoçar antes com os colegas do trabalho somente com a preocupação de dar umas boas risadas, se permitir grudar na mesa daquela pessoa com quem gosta de conversar por horas, mesmo que o dia esteja mais corrido do que uma sexta-feira padrão.
E ai de quem disser às 16 horas que precisa de um trabalho urgente. É pior que pergunta no final da aula! Urgente é para segunda-feira, gente!
Sexta-feira os chefes dão mais risadas, os fornecedores estão de camiseta e o cinto segura uma bela e folgada calça jeans.
Esperto é o gato, que já nasce de bigode, e também quem trabalha duro até quinta para “poder mais” na sexta-feira!
E quer saber o que?
Vou embora mais cedo hoje, afinal é sexta-feira!
Dia de encontrar a namorada no fim da tarde, pegar um cinema, jantar com a família e fazer aquele cooper que faltou na semana.
Até segunda.
sábado, dezembro 20, 2008
Natal, Natal, Natal!
Final de ano é sempre bacana, leve, momento de refletir e acreditar, acreditar e refletir. Alguns momentos são para acreditar, outros para refletir e, por fim, fazer tudo ao mesmo tempo.
Gosto do natal da crença, da fé e da verdade dos corações. Mesmo não tendo uma religião ao meu lado, mas tenho minhas crenças e verdades e minha fé nas pessoas, que fica maior e mais brilhante nessa época.
O incrédulo diria que isto é um engano. Que nada muda e a única coisa verdadeira é que fechamos os olhos para o feio e nos encantamos com as luzes e enfeites. É, pode ser, mas quem não precisa de férias?! Quem não MERECE umas férias do feio e do chato de vez em quando? Eu mereço e me dou!
É por isso que desejo um feliz natal para todas as pessoas num mundo bonito de luzes, passeio pelas ruas, compras no shopping, calor humano e bem estar em casa.
l
2009!
Que valha,
Que seja único,
Que seja o melhor,
Que a saudade se vá,
Que a paz esteja por perto,
Que a festança seja muito boa,
Que a família seja um porto seguro,
Que os amores sejam mais verdadeiros,
Que as frutas maduras sejam mais doces,
Que o bom trabalho diário traga muitos frutos,
Que sejam belas as paisagens, os cantos, as viagens,
Que todos os desejos se realizem no ano que vai nascer,
Natal,
Natal,
Natal!
Gosto do natal da crença, da fé e da verdade dos corações. Mesmo não tendo uma religião ao meu lado, mas tenho minhas crenças e verdades e minha fé nas pessoas, que fica maior e mais brilhante nessa época.
O incrédulo diria que isto é um engano. Que nada muda e a única coisa verdadeira é que fechamos os olhos para o feio e nos encantamos com as luzes e enfeites. É, pode ser, mas quem não precisa de férias?! Quem não MERECE umas férias do feio e do chato de vez em quando? Eu mereço e me dou!
É por isso que desejo um feliz natal para todas as pessoas num mundo bonito de luzes, passeio pelas ruas, compras no shopping, calor humano e bem estar em casa.
l
2009!
Que valha,
Que seja único,
Que seja o melhor,
Que a saudade se vá,
Que a paz esteja por perto,
Que a festança seja muito boa,
Que a família seja um porto seguro,
Que os amores sejam mais verdadeiros,
Que as frutas maduras sejam mais doces,
Que o bom trabalho diário traga muitos frutos,
Que sejam belas as paisagens, os cantos, as viagens,
Que todos os desejos se realizem no ano que vai nascer,
Natal,
Natal,
Natal!
quarta-feira, dezembro 03, 2008
O Fato
Quando a luz se apaga por inteiro e o mundo fecha mais uma porta, é preciso acreditar.
É necessário acreditar na conspiração do universo, na sabedoria do tempo e na bonança, que acolhe quem avaçou pela tempestade.
Uma porta fechada não é só uma saída perdida, mas a necessidade de mudança, de vencer medos antigos e encontrar novos medos que virão.
É a chance de acreditar que debaixo da tempestade surgirá mais brilho nas folhas, mais vida em toda essa árvore. Novos brotos e novas alegrias.
É sábio acreditar na vida.
É sábio questionar o passado para buscar um futuro brilhante.
É sábio crer na fortuna que assegura o amanhã.
O simples acordar e levantar-se com as próprias pernas, prover com os próprios braços e buscar com os próprios olhos todas as chances de seguir adiante.
Adiante até a próxima porta fechada que guarda mais sabedoria, mais experiência e mais coragem, simplesmente por estar fechada.
E essa porta será, assim, a chave para tantas outras portas que se abrirão.
É necessário acreditar na conspiração do universo, na sabedoria do tempo e na bonança, que acolhe quem avaçou pela tempestade.
Uma porta fechada não é só uma saída perdida, mas a necessidade de mudança, de vencer medos antigos e encontrar novos medos que virão.
É a chance de acreditar que debaixo da tempestade surgirá mais brilho nas folhas, mais vida em toda essa árvore. Novos brotos e novas alegrias.
É sábio acreditar na vida.
É sábio questionar o passado para buscar um futuro brilhante.
É sábio crer na fortuna que assegura o amanhã.
O simples acordar e levantar-se com as próprias pernas, prover com os próprios braços e buscar com os próprios olhos todas as chances de seguir adiante.
Adiante até a próxima porta fechada que guarda mais sabedoria, mais experiência e mais coragem, simplesmente por estar fechada.
E essa porta será, assim, a chave para tantas outras portas que se abrirão.
Escócia
Quero conhecer a paz profunda que emana daquele vale tranqüilo de colinas verde-acinzentadas.
Sentir a chuva rala que estala nas folhas e ecoa nos campos floridos, pedindo ao terreno que não resista à passagem do tempo.
E da brisa viva de todo o tempo do mundo.
O solo das antigas tribos guerreiras de raízes celtas, fortes e sábias como as flautas artistas que pintam o verde e prata das matas, inundam os riachos subterrâneos e transbordam lagos profundos.
Dos amores esparramados pela grama dos campos floridos. Corações acidentados, que se regeneram sob a esperança do futuro.
Não a Escócia das cidades modernas, mas das toscas vilas de pedra, dos túmulos e jardins gramados, dos castelos soltos na paisagem como a morada de animais desgarrados.
Permitir me libertar dos bandos, de amores e vales, de amigos e familiares, para ser mais uma vez apenas um.
Ser paz profunda, brisa viva, chuva rala, guerreiro sábio, para inundar os riachos e transbordar rios que vivem em mim.
Viver o tempo de animal desgarrado num lugar que o tempo jamais mudará.
Sentir a chuva rala que estala nas folhas e ecoa nos campos floridos, pedindo ao terreno que não resista à passagem do tempo.
E da brisa viva de todo o tempo do mundo.
O solo das antigas tribos guerreiras de raízes celtas, fortes e sábias como as flautas artistas que pintam o verde e prata das matas, inundam os riachos subterrâneos e transbordam lagos profundos.
Dos amores esparramados pela grama dos campos floridos. Corações acidentados, que se regeneram sob a esperança do futuro.
Não a Escócia das cidades modernas, mas das toscas vilas de pedra, dos túmulos e jardins gramados, dos castelos soltos na paisagem como a morada de animais desgarrados.
Permitir me libertar dos bandos, de amores e vales, de amigos e familiares, para ser mais uma vez apenas um.
Ser paz profunda, brisa viva, chuva rala, guerreiro sábio, para inundar os riachos e transbordar rios que vivem em mim.
Viver o tempo de animal desgarrado num lugar que o tempo jamais mudará.
O Jogo
Eram apenas brinquedos para divertir.
O primeiro quebrado por que alguém assim o quis. O segundo também quebrou, mas foi sem querer, assim como acontece com tantos por aí.
E ninguém parou para pensar que eram apenas brinquedos e que foram usados para jogar com as vidas.
Pra quê isso?
É muita ignorância quando se passa dos dez anos. Ou mesmo quando se passam vinte e três...
É a fome da ignorância!
É só dor de criança.
O primeiro quebrado por que alguém assim o quis. O segundo também quebrou, mas foi sem querer, assim como acontece com tantos por aí.
E ninguém parou para pensar que eram apenas brinquedos e que foram usados para jogar com as vidas.
Pra quê isso?
É muita ignorância quando se passa dos dez anos. Ou mesmo quando se passam vinte e três...
É a fome da ignorância!
É só dor de criança.
sexta-feira, novembro 21, 2008
Meus 24 Anos
O que espero dos meus 24 anos.
Mais sonhos bons para contar, mais prioridade para o que me faz bem, mais saudade de quem tenho carinho, mais vontade de continuar acordando cedo, mais amor por quem me quer de verdade, mais paz com esse sujeito difícil que me tornei, mais amor pelas coisas simples, mais beijos debaixo da chuva, mais esporte para o corpo e para a mente, mais desafios no trabalho, mais respeito no amor, mais autoconhecimento, mais união comigo e com todos.
Menos tempo para não ficar preguiçoso, menos razão para entender que erros acontecem, menos cuidado para não ficar medroso, menos chances para precisar correr atrás, menos chão para voar mais alto, menos piedade, menos orgulho para entender melhor as coisas, menos desculpa para levar mais bronca, menos lágrima para levar a sério, menos pedido para atender mais.
É mais ou menos isso!
Mais sonhos bons para contar, mais prioridade para o que me faz bem, mais saudade de quem tenho carinho, mais vontade de continuar acordando cedo, mais amor por quem me quer de verdade, mais paz com esse sujeito difícil que me tornei, mais amor pelas coisas simples, mais beijos debaixo da chuva, mais esporte para o corpo e para a mente, mais desafios no trabalho, mais respeito no amor, mais autoconhecimento, mais união comigo e com todos.
Menos tempo para não ficar preguiçoso, menos razão para entender que erros acontecem, menos cuidado para não ficar medroso, menos chances para precisar correr atrás, menos chão para voar mais alto, menos piedade, menos orgulho para entender melhor as coisas, menos desculpa para levar mais bronca, menos lágrima para levar a sério, menos pedido para atender mais.
É mais ou menos isso!
quarta-feira, novembro 19, 2008
O Barão Vermelho Contra o Esquadrão da Morte #2
Voava o barão pelos céus
Mais um dia claro cedia lugar à noite gelada
Era um dia de extremos, sem dúvida
Gelado, quente, claro e escuro
Um dia dual e um simples vôo de reconhecimento
Mas aquela noite reservou uma batalha sem limites
O Barão encostou seu Jeep frente ao tradicional bar do aeródromo
Nada o que comemorar, apenas um drinque num dia comum
Muito quente cedo, muito frio a tarde
Definitivamente dual
Notou então o Esquadrão da Morte num canto do bar
Bebiam quietos e, alheios ao mundo, jogavam seu baralho
Tomou seu copo e caminhou até o grupo
Parou em frente às pesadas roupas pretas e os brilhantes olhos que o fitavam
Podemos um jogo amigável, para variar?
Naquela noite as metralhadoras não incandesceram
Os assentos dos aviões não brilharam com o suor da batalha
Mas o Barão perdeu tudo, inclusive a razão.
Mais um dia claro cedia lugar à noite gelada
Era um dia de extremos, sem dúvida
Gelado, quente, claro e escuro
Um dia dual e um simples vôo de reconhecimento
Mas aquela noite reservou uma batalha sem limites
O Barão encostou seu Jeep frente ao tradicional bar do aeródromo
Nada o que comemorar, apenas um drinque num dia comum
Muito quente cedo, muito frio a tarde
Definitivamente dual
Notou então o Esquadrão da Morte num canto do bar
Bebiam quietos e, alheios ao mundo, jogavam seu baralho
Tomou seu copo e caminhou até o grupo
Parou em frente às pesadas roupas pretas e os brilhantes olhos que o fitavam
Podemos um jogo amigável, para variar?
Naquela noite as metralhadoras não incandesceram
Os assentos dos aviões não brilharam com o suor da batalha
Mas o Barão perdeu tudo, inclusive a razão.
domingo, novembro 16, 2008
Coisa Viva
As coisas devem ser vivas como os pensamentos. Devem ter o calor das almas apaixonadas, das súplicas de amor, ter o direito de mudar e mudar e mudar.
O verdadeiro amor está guardado, velado por nossos próprios corações dentro de jarros de fruta. E só a fruta madura é capaz de trazer à boca aquela sensação maior de satisfação do doce, do gozo eterno da substância da alma.
A maturidade vem com o tempo, o tempo todo, para carregar a bateria da sabedoria e encerrar de uma vez por todas todo tipo de violência, física, verbal, psicológica, moral...
E aí surge aquele amor antigo, ou um novo totalmente diferente. O amor que nos torna fortes em momentos bons e maus, amplia os sentidos e queima aos poucos um fogo mais brando, que não é capaz de machucar, mas que traz a luz e o conforto.
O amor próprio.
O verdadeiro amor está guardado, velado por nossos próprios corações dentro de jarros de fruta. E só a fruta madura é capaz de trazer à boca aquela sensação maior de satisfação do doce, do gozo eterno da substância da alma.
A maturidade vem com o tempo, o tempo todo, para carregar a bateria da sabedoria e encerrar de uma vez por todas todo tipo de violência, física, verbal, psicológica, moral...
E aí surge aquele amor antigo, ou um novo totalmente diferente. O amor que nos torna fortes em momentos bons e maus, amplia os sentidos e queima aos poucos um fogo mais brando, que não é capaz de machucar, mas que traz a luz e o conforto.
O amor próprio.
Assinar:
Postagens (Atom)