Hoje é sexta-feira.
E o mais interessante é que é de fato sexta-feira, com cara de sexta-feira, sol de sexta-feira, cheiro de sexta-feira e, principalmente, humor de sexta-feira.
Aquele dia no qual se acorda mais cedo que o normal, pensando em acordar tarde no sábado, sair para almoçar antes com os colegas do trabalho somente com a preocupação de dar umas boas risadas, se permitir grudar na mesa daquela pessoa com quem gosta de conversar por horas, mesmo que o dia esteja mais corrido do que uma sexta-feira padrão.
E ai de quem disser às 16 horas que precisa de um trabalho urgente. É pior que pergunta no final da aula! Urgente é para segunda-feira, gente!
Sexta-feira os chefes dão mais risadas, os fornecedores estão de camiseta e o cinto segura uma bela e folgada calça jeans.
Esperto é o gato, que já nasce de bigode, e também quem trabalha duro até quinta para “poder mais” na sexta-feira!
E quer saber o que?
Vou embora mais cedo hoje, afinal é sexta-feira!
Dia de encontrar a namorada no fim da tarde, pegar um cinema, jantar com a família e fazer aquele cooper que faltou na semana.
Até segunda.
sexta-feira, janeiro 09, 2009
sábado, dezembro 20, 2008
Natal, Natal, Natal!
Final de ano é sempre bacana, leve, momento de refletir e acreditar, acreditar e refletir. Alguns momentos são para acreditar, outros para refletir e, por fim, fazer tudo ao mesmo tempo.
Gosto do natal da crença, da fé e da verdade dos corações. Mesmo não tendo uma religião ao meu lado, mas tenho minhas crenças e verdades e minha fé nas pessoas, que fica maior e mais brilhante nessa época.
O incrédulo diria que isto é um engano. Que nada muda e a única coisa verdadeira é que fechamos os olhos para o feio e nos encantamos com as luzes e enfeites. É, pode ser, mas quem não precisa de férias?! Quem não MERECE umas férias do feio e do chato de vez em quando? Eu mereço e me dou!
É por isso que desejo um feliz natal para todas as pessoas num mundo bonito de luzes, passeio pelas ruas, compras no shopping, calor humano e bem estar em casa.
l
2009!
Que valha,
Que seja único,
Que seja o melhor,
Que a saudade se vá,
Que a paz esteja por perto,
Que a festança seja muito boa,
Que a família seja um porto seguro,
Que os amores sejam mais verdadeiros,
Que as frutas maduras sejam mais doces,
Que o bom trabalho diário traga muitos frutos,
Que sejam belas as paisagens, os cantos, as viagens,
Que todos os desejos se realizem no ano que vai nascer,
Natal,
Natal,
Natal!
Gosto do natal da crença, da fé e da verdade dos corações. Mesmo não tendo uma religião ao meu lado, mas tenho minhas crenças e verdades e minha fé nas pessoas, que fica maior e mais brilhante nessa época.
O incrédulo diria que isto é um engano. Que nada muda e a única coisa verdadeira é que fechamos os olhos para o feio e nos encantamos com as luzes e enfeites. É, pode ser, mas quem não precisa de férias?! Quem não MERECE umas férias do feio e do chato de vez em quando? Eu mereço e me dou!
É por isso que desejo um feliz natal para todas as pessoas num mundo bonito de luzes, passeio pelas ruas, compras no shopping, calor humano e bem estar em casa.
l
2009!
Que valha,
Que seja único,
Que seja o melhor,
Que a saudade se vá,
Que a paz esteja por perto,
Que a festança seja muito boa,
Que a família seja um porto seguro,
Que os amores sejam mais verdadeiros,
Que as frutas maduras sejam mais doces,
Que o bom trabalho diário traga muitos frutos,
Que sejam belas as paisagens, os cantos, as viagens,
Que todos os desejos se realizem no ano que vai nascer,
Natal,
Natal,
Natal!
quarta-feira, dezembro 03, 2008
O Fato
Quando a luz se apaga por inteiro e o mundo fecha mais uma porta, é preciso acreditar.
É necessário acreditar na conspiração do universo, na sabedoria do tempo e na bonança, que acolhe quem avaçou pela tempestade.
Uma porta fechada não é só uma saída perdida, mas a necessidade de mudança, de vencer medos antigos e encontrar novos medos que virão.
É a chance de acreditar que debaixo da tempestade surgirá mais brilho nas folhas, mais vida em toda essa árvore. Novos brotos e novas alegrias.
É sábio acreditar na vida.
É sábio questionar o passado para buscar um futuro brilhante.
É sábio crer na fortuna que assegura o amanhã.
O simples acordar e levantar-se com as próprias pernas, prover com os próprios braços e buscar com os próprios olhos todas as chances de seguir adiante.
Adiante até a próxima porta fechada que guarda mais sabedoria, mais experiência e mais coragem, simplesmente por estar fechada.
E essa porta será, assim, a chave para tantas outras portas que se abrirão.
É necessário acreditar na conspiração do universo, na sabedoria do tempo e na bonança, que acolhe quem avaçou pela tempestade.
Uma porta fechada não é só uma saída perdida, mas a necessidade de mudança, de vencer medos antigos e encontrar novos medos que virão.
É a chance de acreditar que debaixo da tempestade surgirá mais brilho nas folhas, mais vida em toda essa árvore. Novos brotos e novas alegrias.
É sábio acreditar na vida.
É sábio questionar o passado para buscar um futuro brilhante.
É sábio crer na fortuna que assegura o amanhã.
O simples acordar e levantar-se com as próprias pernas, prover com os próprios braços e buscar com os próprios olhos todas as chances de seguir adiante.
Adiante até a próxima porta fechada que guarda mais sabedoria, mais experiência e mais coragem, simplesmente por estar fechada.
E essa porta será, assim, a chave para tantas outras portas que se abrirão.
Escócia
Quero conhecer a paz profunda que emana daquele vale tranqüilo de colinas verde-acinzentadas.
Sentir a chuva rala que estala nas folhas e ecoa nos campos floridos, pedindo ao terreno que não resista à passagem do tempo.
E da brisa viva de todo o tempo do mundo.
O solo das antigas tribos guerreiras de raízes celtas, fortes e sábias como as flautas artistas que pintam o verde e prata das matas, inundam os riachos subterrâneos e transbordam lagos profundos.
Dos amores esparramados pela grama dos campos floridos. Corações acidentados, que se regeneram sob a esperança do futuro.
Não a Escócia das cidades modernas, mas das toscas vilas de pedra, dos túmulos e jardins gramados, dos castelos soltos na paisagem como a morada de animais desgarrados.
Permitir me libertar dos bandos, de amores e vales, de amigos e familiares, para ser mais uma vez apenas um.
Ser paz profunda, brisa viva, chuva rala, guerreiro sábio, para inundar os riachos e transbordar rios que vivem em mim.
Viver o tempo de animal desgarrado num lugar que o tempo jamais mudará.
Sentir a chuva rala que estala nas folhas e ecoa nos campos floridos, pedindo ao terreno que não resista à passagem do tempo.
E da brisa viva de todo o tempo do mundo.
O solo das antigas tribos guerreiras de raízes celtas, fortes e sábias como as flautas artistas que pintam o verde e prata das matas, inundam os riachos subterrâneos e transbordam lagos profundos.
Dos amores esparramados pela grama dos campos floridos. Corações acidentados, que se regeneram sob a esperança do futuro.
Não a Escócia das cidades modernas, mas das toscas vilas de pedra, dos túmulos e jardins gramados, dos castelos soltos na paisagem como a morada de animais desgarrados.
Permitir me libertar dos bandos, de amores e vales, de amigos e familiares, para ser mais uma vez apenas um.
Ser paz profunda, brisa viva, chuva rala, guerreiro sábio, para inundar os riachos e transbordar rios que vivem em mim.
Viver o tempo de animal desgarrado num lugar que o tempo jamais mudará.
O Jogo
Eram apenas brinquedos para divertir.
O primeiro quebrado por que alguém assim o quis. O segundo também quebrou, mas foi sem querer, assim como acontece com tantos por aí.
E ninguém parou para pensar que eram apenas brinquedos e que foram usados para jogar com as vidas.
Pra quê isso?
É muita ignorância quando se passa dos dez anos. Ou mesmo quando se passam vinte e três...
É a fome da ignorância!
É só dor de criança.
O primeiro quebrado por que alguém assim o quis. O segundo também quebrou, mas foi sem querer, assim como acontece com tantos por aí.
E ninguém parou para pensar que eram apenas brinquedos e que foram usados para jogar com as vidas.
Pra quê isso?
É muita ignorância quando se passa dos dez anos. Ou mesmo quando se passam vinte e três...
É a fome da ignorância!
É só dor de criança.
sexta-feira, novembro 21, 2008
Meus 24 Anos
O que espero dos meus 24 anos.
Mais sonhos bons para contar, mais prioridade para o que me faz bem, mais saudade de quem tenho carinho, mais vontade de continuar acordando cedo, mais amor por quem me quer de verdade, mais paz com esse sujeito difícil que me tornei, mais amor pelas coisas simples, mais beijos debaixo da chuva, mais esporte para o corpo e para a mente, mais desafios no trabalho, mais respeito no amor, mais autoconhecimento, mais união comigo e com todos.
Menos tempo para não ficar preguiçoso, menos razão para entender que erros acontecem, menos cuidado para não ficar medroso, menos chances para precisar correr atrás, menos chão para voar mais alto, menos piedade, menos orgulho para entender melhor as coisas, menos desculpa para levar mais bronca, menos lágrima para levar a sério, menos pedido para atender mais.
É mais ou menos isso!
Mais sonhos bons para contar, mais prioridade para o que me faz bem, mais saudade de quem tenho carinho, mais vontade de continuar acordando cedo, mais amor por quem me quer de verdade, mais paz com esse sujeito difícil que me tornei, mais amor pelas coisas simples, mais beijos debaixo da chuva, mais esporte para o corpo e para a mente, mais desafios no trabalho, mais respeito no amor, mais autoconhecimento, mais união comigo e com todos.
Menos tempo para não ficar preguiçoso, menos razão para entender que erros acontecem, menos cuidado para não ficar medroso, menos chances para precisar correr atrás, menos chão para voar mais alto, menos piedade, menos orgulho para entender melhor as coisas, menos desculpa para levar mais bronca, menos lágrima para levar a sério, menos pedido para atender mais.
É mais ou menos isso!
quarta-feira, novembro 19, 2008
O Barão Vermelho Contra o Esquadrão da Morte #2
Voava o barão pelos céus
Mais um dia claro cedia lugar à noite gelada
Era um dia de extremos, sem dúvida
Gelado, quente, claro e escuro
Um dia dual e um simples vôo de reconhecimento
Mas aquela noite reservou uma batalha sem limites
O Barão encostou seu Jeep frente ao tradicional bar do aeródromo
Nada o que comemorar, apenas um drinque num dia comum
Muito quente cedo, muito frio a tarde
Definitivamente dual
Notou então o Esquadrão da Morte num canto do bar
Bebiam quietos e, alheios ao mundo, jogavam seu baralho
Tomou seu copo e caminhou até o grupo
Parou em frente às pesadas roupas pretas e os brilhantes olhos que o fitavam
Podemos um jogo amigável, para variar?
Naquela noite as metralhadoras não incandesceram
Os assentos dos aviões não brilharam com o suor da batalha
Mas o Barão perdeu tudo, inclusive a razão.
Mais um dia claro cedia lugar à noite gelada
Era um dia de extremos, sem dúvida
Gelado, quente, claro e escuro
Um dia dual e um simples vôo de reconhecimento
Mas aquela noite reservou uma batalha sem limites
O Barão encostou seu Jeep frente ao tradicional bar do aeródromo
Nada o que comemorar, apenas um drinque num dia comum
Muito quente cedo, muito frio a tarde
Definitivamente dual
Notou então o Esquadrão da Morte num canto do bar
Bebiam quietos e, alheios ao mundo, jogavam seu baralho
Tomou seu copo e caminhou até o grupo
Parou em frente às pesadas roupas pretas e os brilhantes olhos que o fitavam
Podemos um jogo amigável, para variar?
Naquela noite as metralhadoras não incandesceram
Os assentos dos aviões não brilharam com o suor da batalha
Mas o Barão perdeu tudo, inclusive a razão.
domingo, novembro 16, 2008
Coisa Viva
As coisas devem ser vivas como os pensamentos. Devem ter o calor das almas apaixonadas, das súplicas de amor, ter o direito de mudar e mudar e mudar.
O verdadeiro amor está guardado, velado por nossos próprios corações dentro de jarros de fruta. E só a fruta madura é capaz de trazer à boca aquela sensação maior de satisfação do doce, do gozo eterno da substância da alma.
A maturidade vem com o tempo, o tempo todo, para carregar a bateria da sabedoria e encerrar de uma vez por todas todo tipo de violência, física, verbal, psicológica, moral...
E aí surge aquele amor antigo, ou um novo totalmente diferente. O amor que nos torna fortes em momentos bons e maus, amplia os sentidos e queima aos poucos um fogo mais brando, que não é capaz de machucar, mas que traz a luz e o conforto.
O amor próprio.
O verdadeiro amor está guardado, velado por nossos próprios corações dentro de jarros de fruta. E só a fruta madura é capaz de trazer à boca aquela sensação maior de satisfação do doce, do gozo eterno da substância da alma.
A maturidade vem com o tempo, o tempo todo, para carregar a bateria da sabedoria e encerrar de uma vez por todas todo tipo de violência, física, verbal, psicológica, moral...
E aí surge aquele amor antigo, ou um novo totalmente diferente. O amor que nos torna fortes em momentos bons e maus, amplia os sentidos e queima aos poucos um fogo mais brando, que não é capaz de machucar, mas que traz a luz e o conforto.
O amor próprio.
quarta-feira, setembro 24, 2008
Meio Perdido
Um astronauta passou por aqui, comeu um pedaço de bolo e se foi.
Eram duas da manhã e eu esperava no ponto, quando o ônibus passou reto.
Esqueci as roupas no varal, veio a chuva e molhou tudo! Então coloquei tudo para lavar... pela "terceira" vez...
O tubarão nadou por muito tempo procurando a saída do aquário redondo, depois de comer o peixe-piloto.
A mosca se lembrou de onde vinha, mas sua memória dura apenas três...
Ela caminhava pela estrada de tijolos amarelos, enquanto lia uma notícia que falava sobre a economia no mundo...
A meteorologia falou que hoje vai chover, mas no final de semana fará sol.
"Mas eis que chega a roda viva
E carrega o destino pra lá..."
Eram duas da manhã e eu esperava no ponto, quando o ônibus passou reto.
Esqueci as roupas no varal, veio a chuva e molhou tudo! Então coloquei tudo para lavar... pela "terceira" vez...
O tubarão nadou por muito tempo procurando a saída do aquário redondo, depois de comer o peixe-piloto.
A mosca se lembrou de onde vinha, mas sua memória dura apenas três...
Ela caminhava pela estrada de tijolos amarelos, enquanto lia uma notícia que falava sobre a economia no mundo...
A meteorologia falou que hoje vai chover, mas no final de semana fará sol.
"Mas eis que chega a roda viva
E carrega o destino pra lá..."
quarta-feira, setembro 03, 2008
Que não cessa
Ao zero, nasci de dois
Do amor de mãe
Do abraço de pai
Aos dois cresci como um raio
Aos dez eram os sonhos
Ser piloto e astronauta
Viver num desenho animado
Brincar para sempre de ser rei
Dos quinze a força bruta
Os medos do sentimento
Do terrorismo emocional
A bomba de atitude e a dor de amor
Na locomotiva sem rumo dos vinte
Surgiram as respostas e as responsabilidades
As alegrias do amor novato, porém maduro
Os sonhos da vida em comum
Vinte e cinco chegam com esperança
Sucesso e rumo planejados sem grafite
Conquista de um mundo mais justo
Um mundo meu comigo mesmo, tolerante
O resto transborda pelos cantos
No prato raso das previsões
Quero ver mais erros e acertos
Menos reações tardias
Depois, a sabedoria que permite
Que deixa crer e compreender
A ampulheta do tempo que não cessa
Que gira essa cabeça tantos graus
Que não cessa
Não cessa
Jamais
Do amor de mãe
Do abraço de pai
Aos dois cresci como um raio
Aos dez eram os sonhos
Ser piloto e astronauta
Viver num desenho animado
Brincar para sempre de ser rei
Dos quinze a força bruta
Os medos do sentimento
Do terrorismo emocional
A bomba de atitude e a dor de amor
Na locomotiva sem rumo dos vinte
Surgiram as respostas e as responsabilidades
As alegrias do amor novato, porém maduro
Os sonhos da vida em comum
Vinte e cinco chegam com esperança
Sucesso e rumo planejados sem grafite
Conquista de um mundo mais justo
Um mundo meu comigo mesmo, tolerante
O resto transborda pelos cantos
No prato raso das previsões
Quero ver mais erros e acertos
Menos reações tardias
Depois, a sabedoria que permite
Que deixa crer e compreender
A ampulheta do tempo que não cessa
Que gira essa cabeça tantos graus
Que não cessa
Não cessa
Jamais
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